Veja as ações mais recomendadas para julho de 2022, com base em 29 carteiras.

Veja as ações mais recomendadas para julho de 2022, com base em 19 carteiras de 16 casas e plataformas de análise.

Ações para julho de 2022

Confira as carteiras de ações completas de cada uma das casas para junho de 2022:

Ágora: Ambev(ABEV3), Assaí (ASAI3), Banco do Brasil (BBAS3), BTG Pactual (BPAC11), Cemig (CMIG4), Lojas Renner (LREN3), Petrobras    (PETR4), Suzano (SUZB3), Vale (VALE3) e Weg (WEGE3).

Ágora – Arrojada: 3R Petroleum (RRRP3), Braskem (BRKM5), BTG Pactual (BPAC11), Cemig (CMIG4) e Gerdau (GGBR4).

Ativa – MOMENTO: Eletrobras (ELET3), Minerva (BEEF3), Multiplan (MULT3), Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3).

Ativa – STRATEGY: B3 (B3SA3), Bradesco (BBDC4), Eletrobras (ELET3), Grupo Soma (SOMA3), Itaú (ITUB4), Lojas Renner (LREN3), Minerva (BEEF3), Multiplan (MULT3), Petrobras (PETR4), PetroRio (PRIO3), Petz (PETZ3), Suzano (SUZB3), Totvs (TOTS3), Vale (VALE3) e Yduqs (YDUQ3).

BB – Ações 5+: BR Properties (BRPR3), Camil (CAML3), M. Dias Branco (MDIA3), Unidas (LCAM3) e Vale (VALE3).

BB – FUNDAMENTALISTA: ABC Brasil (ABCB4), Alupar (ALUP11), BTG Pactual    (BPAC11), Hypera     (HYPE3), Itaú (ITUB4), Multiplan (MULT3), Petrobras (PETR4), Localiza (RENT3),  Suzano (SUZB3) e Vale (VALE3).

BTG: Banco do Brasil (BBAS3), Localiza (RENT3), Lojas Renner (LREN3), Minerva (BEEF3), Petrobras (PETR4), Sabesp (SBSP3), SLC Agrícola (SLCE3), Totvs (TOTS3), Vale (VALE3) e Weg (WEGE3).

CM Capital: Bradespar (BRAP4), Copel (CPLE6), PetroRio (PRIO3), Santander (SANB11), São Martinho (SMTO3), SLC Agrícola (SLCE3), Vale (VALE3) e Weg (WEGE3).

Elite – FUNDAMENTALISTA: Alupar (ALUP11), CBA (CBAV3), Cosan (CSAN3), Gerdau (GGBR4), JHSF (JHSF3), Marfrig (MRFG3), Movida (MOVI3), PetroRio (PRIO3), Suzano (SUZB3) e Tim (TIMS3).

Genial – IBOVESPA 10+: Alupar (ALUP11), B3 (B3SA3), Braskem (BRKM5), EzTec (EZTC3), Itaú (ITUB4), Lojas Renner (LREN3), Minerva (BEEF3), Suzano (SUZB3), Taesa (TAEE11) e Vivara (VIVA3).

Genial – IBOVESPA 5+: Alupar (ALUP11), Engie (EGIE3), Rede D’Or (RDOR3), Rumo (RAIL3) e Sabesp (SBSP3).

Guide: Assaí (ASAI3), BTG Pactual (BPAC11), Minerva (BEEF3), Multiplan (MULT3), Petrobras (PETR4), SLC Agrícola (SLCE3), Tim (TIMS3), Totvs (TOTS3), Vale (VALE3) e Weg (WEGE3).

Guide – Valor: Assaí (ASAI3), BTG Pactual (BPAC11), Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Weg (WEGE3).

Itaú BBA: Ânima (ANIM3), BB Seguridade (BBSE3), Banco do Brasil (BBAS3), Energisa (ENGI11), Grupo SBF (SBFG3), Hypera (HYPE3), Iochpe-Maxion (MYPK3), Localiza (RENT3), Minerva (BEEF3), Multiplan (MULT3), MRV (MRVE3), PetroRecôncavo (RECV3), São Martinho (SMTO3), Suzano (SUZB3), Totvs (TOTS3), Vale (VALE3) e Vivara (VIVA3). 

Mirae: Eletrobras (ELET6), Gerdau (GGBR4), Isa Cteep – Transmissão Paulista (TRPL4), Itaú (ITUB4), JBS (JBSS3), Multiplan (MULT3), Randon (RAPT4), Santos Brasil (STBP3), Suzano (SUZB3) e Vale (VALE3).

ModalMais: BB Seguridade (BBSE3), Klabin (KLBN11), Suzano (SUZB3), Vale (VALE3) e Weg (WEGE3).

Morgan Stanley: Bradesco (BBDC4), BTG (BPAC11), Equatorial (EQTL3),  Itaú (ITUB4), JBS (JBSS3), Localiza (RENT3) e XP (XPBR31).

MyCap – Top 10: Banco do Brasil (BBAS3), BB Seguridade (BBSE3), Cosan (CSAN3), Eletrobras (ELET3), Equatorial (EQTL3), Gerdau (GGBR4), Irani (RANI3), Lojas Renner (LREN3), PetroRio (PRIO3) e Vibra (VBBR3).

My Cap – Top 5: Banco do Brasil (BBAS3), Equatorial (EQTL3), Gerdau (GGBR4), Irani (RANI3) e PetroRio (PRIO3).

Nu invest: Eneva (ENEV3), JHSF (JHSF3), Metalúrgica Gerdau (GOAU4), Multiplan (MULT3), PetroRio (PRIO3), Santander (SANB11), Santos Brasil (STBP3), Simpar (SIMH3), Telefônica Brasil – Vivo (VIVT3) e Unipar (UNIP6).

Órama: Aliansce Sonae (ALSO3), Bradesco (BBDC4), BRF (BRFS3), BTG Pactual (BPAC11), CVC (CVCB3), Natura (NTCO3), Simpar (SIMH3), Ultrapar (UGPA3), Vale (VALE3) e Via (VIIA3).

PagBank: Ambipar (AMBP3), Banco do Brasil (BBAS3), Iguatemi (IGTI11), Itaú (ITUB4), iShare S&P (IVVB11), PetroRio (PRIO3), Suzano (SUZB3), Tim (TIMS3), Vale (VALE3) e Vibra (VBBR3).

Planner: Banco do Brasil (BBAS3), BrasilAgro (AGRO3), Cosan (CSAN3), Engie (EGIE3), Equatorial (EQTL3), JBS (JBSS3), Multiplan (MULT3), PetroRio (PRIO3), Randon (RAPT4) e Vale (VALE3).

Safra: 3R Petroleum (RRRP3), Banco do Brasil (BBAS3), CPFL (CPFE3), Hapvida (HAPV3), Hypera (HYPE3), Itaú (ITUB4), JBS (JBSS3), Multiplan (MULT3), Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3).

Terra: Bradesco (BBDC4), Eletrobras (ELET3), Gerdau (GGBR4), Klabin (KLBN11), Iguatemi (IGTI11), Localiza (RENT3), Lojas Renner (LREN3), PetroRio (PRIO3), Vale (VALE3) e Weg (WEGE3).

Toro: Ambev (ABEV3), BRF (BRFS3), EDP – Energias do Brasil (ENBR3), Eneva    (ENEV3), Itaú (ITUB4), M. Dias Branco    (MDIA3), Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Vivo (VIVT3) e Weg (WEGE3).

Vitreo: Alliar (AALR3), Cielo (CIEL3), Eletrobras (ELET3), Log-In (LOGN3) e Minerva (BEE3).

Warren: Engie (EGIE3), Fleury (FLRY3), JBS (JBSS3), Klabin (KLBN11), Petrobras (PETR4), PetroRecôncavo (RECV3), PetroRio (PRIO3), Randon (RAPT4), São Martinho (SMTO3), Simpar (SIMH3), Suzano (SUZB3), Vale (VALE3) e Weg (WEGE3).

XP: Equatorial (EQTL3), Itaú (ITUB4), Marfrig (MRFG3), Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3).

Fonte: https://www.spacemoney.com.br/spacedicas/veja-as-acoes-mais-recomendadas-para-julho-de-2022-com-base-em-19/182841/

Postado por: Victória Pescatori.

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O que é a Renda Fixa? Descubra como investir muito além da Poupança!

Investimentos de Renda Fixa são aqueles que têm rentabilidade definida no momento da contratação a uma taxa fixa pré ou pós-fixada. Os prefixados seguem a mesma taxa do início ao fim da aplicação e o pós-fixado, podem seguir algum índice como o IPCA (inflação). São exemplos de Renda Fixa: Tesouro Direto, CBDs, LCI, entre outros.

Qualquer um que deseja cuidar do seu dinheiro precisa conhecer o investimento em Renda Fixa. O motivo é bastante simples: este investimento é uma ótima alternativa para quem deseja economizar e investir com segurança.

Atualmente, deixar dinheiro na Poupança é como deixar dinheiro embaixo do colchão: você não irá perdê-lo, mas ele não irá crescer.

Você, que deixou seu dinheiro na poupança até hoje, após a leitura deste artigo vai descobrir uma nova e melhor forma de fazer uma reserva para o seu futuro. Ao longo desse conteúdo você vai entender:

  • O que é Renda Fixa.
  • Como funciona o investimento em Renda Fixa.
  • Tipos de títulos de Renda Fixa.
  • Como investir na Renda Fixa.
  • Segredos sobre o investimento em Renda Fixa.
  • Como funciona o Imposto de Renda da Renda Fixa.

O que é Renda Fixa?

Renda Fixa é um tipo de investimento onde as pessoas conhecem ou podem prever a rentabilidade, antes mesmo de realizar a operação. Diferente da renda variável, como a Bolsa de Valores, onde a rentabilidade não é garantida e é preciso lidar com alguns riscos. 

Para investir em Renda Fixa não existe mistério, muito pelo contrário, é bastante simples. E o investidor ainda conta com a segurança do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) – o mesmo seguro da Poupança.

Além da segurança, a Renda Fixa tem ótima rentabilidade. Como todo mundo já sabe, a poupança rende muito pouco.

Para entender isso melhor, recomendamos a leitura do nosso artigo Rendimento Poupança.  Se você quer fugir dessa baixa rentabilidade, precisa saber que na Renda Fixa você pode ganhar muito mais que na poupança.

Veja na tabela abaixo a diferença de rentabilidade de alguns do melhores investimentos de Renda Fixa e da Poupança ao longo dos anos.

Investimentos melhores que a Poupança – Rentabilidade Anual (sem descontar a inflação)
AnoPoupançaTesouro Direto**CDB***LCI/LCA
20212,94%4,39%4,84%4,16%
20202,11%2,75%  3,03% 2,61%
20194,26%5,94% 6,57% 5,65% 
20184,62%6,42%  7,08% 6,09%
2017*6,61%6,12%6,18%5,32%
20168,30%14,20%15,50%13,25%
20158,15%13,27%14,59%12,48%
20147,16%10,90%11,90%10,20%
20136,37%8,22%8,86%7,61%
20126,47%8,49%9,24%7,93%
20117,50%11,62%12,83%10,98%

** Taxa CDB ->110% CDI | *** Taxa LCI/LCA -> 95% CDI

Viu como a rentabilidade desses títulos pode ser bem melhor do que a Poupança? Confira abaixo um detalhamento do rendimento real da poupança, isto é, quando investigamos o quanto a caderneta rendeu após descontar o efeito da inflação sobre o seu dinheiro


A seguir, vamos explicar o funcionamento desse investimento com mais detalhes. No entanto, se você já sabe que esse é o caminho, clique no link abaixo, faça uma simulação do investimento de Renda Fixa que mais combina com você e invista sem precisar pagar nada por isso. 

Como funciona o investimento em Renda Fixa?

Como qualquer outra empresa, os bancos, as instituições financeiras e até mesmo o governo, precisam captar recursos para financiar projetos e continuar em atividade. É aí que entra o investimento em Renda Fixa.

Investir em Renda Fixa é como emprestar seu dinheiro para essas instituições. Então, elas utilizam o dinheiro para financiar suas atividades e, em troca, devolvem o dinheiro acrescido de uma taxa de juros.

Veja abaixo como funciona a Renda Fixa:

O que é Renda Fixa| Você empresta dinheiro à instituição e recebe um título. Ao final do prazo, você recebe o dinheiro somado aos juros.

O mais legal é que a Renda Fixa possui diversos tipos de títulos. Por isso, você tem inúmeras possibilidades diferentes para investir. Você pode escolher um título que tenha mais a ver com seu perfil de investidor, objetivos, com o momento que você está vivendo e, até mesmo, combinar várias modalidades em uma carteira de investimentos diversificada.

O que muita gente não sabe é que essa diversificação pode proporcionar ainda mais segurança e rentabilidade.

Por isso, antes de começar a investir, você precisa conhecer melhor as alternativas de investimento. Assim, você poderá escolher o melhor título para o seu objetivo nesse momento.

Agora que você já sabe o que significa Renda Fixa, continue lendo e você conhecerá alguns desses títulos e aprenderá como investir na Renda Fixa.

Quais são os melhores tipos e títulos de investimento em Renda Fixa?

Como falamos acima, existem inúmeros tipos de títulos de Renda Fixa. Você pode investir o seu capital em títulos emitidos por bancos, financeiras, empresas de investimentos ou até mesmo pelo próprio governo.

Para exemplificar, vamos falar de alguns dos investimentos de Renda Fixa mais conhecidos do mercado.

1. Tesouro Direto: invista em Títulos Públicos

O Tesouro Direto é um dos investimentos mais procurados por quem deseja sair da poupança. Ele é um programa do Tesouro Nacional para comercialização de títulos públicos federais.

O governo coloca esses títulos no mercado financeiro quando deseja financiar suas dívidas internas e precisa de dinheiro. Assim, o investidor adquire um título público, emprestando dinheiro para o governo. Em troca, o investidor receberá esse dinheiro acrescido de juros, em uma data predeterminada.

2. CDB: empreste seu dinheiro para os Bancos

CDB significa Certificado de Depósito Bancário. Esta aplicação é emitida pelos bancos com o objetivo de captar recursos para financiar suas atividades, como melhorias na sua estrutura e até empréstimos para seus próprios clientes.

A lógica do CDB é a mesma do Tesouro Direto. O investidor empresta seu dinheiro para o banco e, em troca, recebe este capital corrigido com os juros, que normalmente segue a taxa do CDI como referência. Por falar em CDI, confira abaixo qual foi o rendimento mensal do CDI nos últimos anos:

Ao contrário do que você pode pensar, investir em CDB de bancos menores normalmente é mais interessante do que investir nos grandes bancos. Isso porque a rentabilidade dos títulos pode ser significativamente maior.

CDB é protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Logo, você não precisa se preocupar se o banco quebrar, pois o título possui garantia e você receberá o dinheiro de volta e os juros, até um valor de R$250.000 por CPF e por instituição financeira.

3. LCI e LCA: invista em setores importantes

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são títulos emitidos por bancos e instituições financeiras.

Esses dois títulos são muito parecidos. A diferença é que na LCI o dinheiro captado será utilizado em financiamentos no ramo de imóveis, enquanto na LCA o dinheiro será utilizado em financiamentos no ramo agropecuário.

Esses títulos também possuem a segurança do FGC e uma grande vantagem deles é que são isentos de Imposto de Renda.

4. Fundos de Renda Fixa: conte com gestores profissionais

Por fim, o investidor também a oportunidade de investir na Renda Fixa por meio dos Fundos de Investimentos. Esse veículo de investimento funciona como um condomínio com vários cotistas que formam o patrimônio total do Fundo. Então, o gestor e administradora do Fundo investirá esse patrimônio em produtos de Renda Fixa.

Desse modo, o investidor ganha tanto com o retorno das aplicações como com a valorização das cotas que possui ao participar do Fundo de Investimento. 

A vantagem desse tipo de estratégia é contar com os gestores e administradores profissionais do Fundo para escolher e aplicar o seu dinheiro nas melhores alternativas da Renda Fixa do mercado. Isto é, você não terá nenhum trabalho em realizar análises, comparativos e montagem das posições, tudo isso fica a cargo do gestor, que é o responsável por se dedicar 100% ao mercado para localizar as melhore oportunidades para os cotistas de acordo com a política do Fundo.

Para terminar, veja um vídeo tutorial que vai te guiar na compra das suas cotas de Fundos de Investimentos na Toro e ainda receber Cashback:

Como investir em Renda Fixa?

O primeiro passo para investir em Renda Fixa seria buscar conhecimento e entender como esses títulos funcionam. E isto é o que você está fazendo neste exato momento.

Como falamos nos parágrafos acima, os títulos de Renda Fixa podem ser emitidos por diversas instituições financeiras e, muitas vezes, as instituições menores oferecem melhores rentabilidades. Isto porque elas não têm a grande publicidade a seu favor, então precisam oferecer melhores rentabilidades para atrair e reter investidores.

Mas, para investir em diferentes instituições, você não precisa abrir conta em várias instituições financeiras.

Através de uma corretora de valores, será possível aplicar seu dinheiro em diversos títulos de várias instituições financeiras, com uma mesma conta.

A conta numa corretora de valores funciona como uma conta no banco, mas é um banco de investimentos.

A abertura de conta numa corretora de valores é bastante simples e normalmente pode ser feita pelo seu computador. Assim que enviar os documentos e preencher a ficha cadastral, vai ser preciso apenas aguardar a aprovação da conta. Logo após, o investidor poderá enviar o dinheiro por transferência bancária e começar seu investimento em Renda Fixa.

Veja como investir em Renda Fixa na Toro:

como investir em renda fixa

Quais são os melhores títulos do Tesouro Direto para investir hoje?
Pesquise grátis e descubra agora

Quais são as melhores dicas para aplicação em Renda Fixa?

Como funciona Renda Fixa?Você pode começar a investir no Tesouro Direto com apenas R$30. Além disso, é possível programar aplicações mensais.

Agora vamos te contar 5 segredos utilizados por investidores experientes para ganhar com a Renda Fixa:

  1. Tesouro Direto e CDB servem de margem de garantia na Bolsa
    O Tesouro Direto e o CDB podem ser utilizados como margem de garantia para quem deseja investir na Bolsa de Valores . A margem de garantia funciona como um cheque caução para que você invista na Bolsa. Ela serve apenas para algumas operações e você pode utilizar os títulos de Renda Fixa como garantia, ao invés de depositar um valor na conta.
  2. LCI e LCA são isentas de Imposto de Renda
    Essa é uma grande vantagem da LCI e LCA comparadas a outros investimentos: não incidir IR. Mas é preciso ficar atento pois, mesmo isentos, os investimentos devem ser declarados na aba “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.
  3. Investir no Tesouro Direto a curto prazo pode ser uma estratégia
    Como a rentabilidade do título do Tesouro Direto está ligada diretamente com a oscilação constante dos juros, em alguns casos isto pode se tornar uma oportunidade de curto prazo. A oscilação dos juros pode interferir no valor dos títulos no mercado. Então, o investidor pode vender seu título por um valor mais alto do que comprou.
  4. É possível fazer aplicações pequenas e programadas no Tesouro Direto
    Você pode investir no Tesouro Direto a partir de R$30 e pode programar aplicações mensais, por exemplo. Assim, você pode usar aquele dinheiro que sobrou no mês para fazer novas aplicações, em vez de deixá-lo parado na conta e acabar gastando.
  5. Diversificação na carteira de investimentos:
    É interessante investir em mais de um título de tipo diferente, porque desta forma você vai estar protegendo melhor seu capital e pode até ganhar mais. Se um título não tiver boa rentabilidade, os outros títulos escolhidos podem compensar a baixa rentabilidade.

Como funciona o Imposto de Renda para a Renda Fixa?


Tabela de Imposto de Renda para Renda FixaAlgumas aplicações estão sujeitas à cobrança do IR. E a tributação segue uma tabela regressiva de acordo com o prazo da aplicação.

Dos investimentos em Renda Fixa citados neste texto, apenas LCI e LCA possuem isenção do Imposto de Renda. O investidor declara esses títulos no IR como rendimentos isentos e não tributáveis e não precisa pagar nada por isso.

Já para o Tesouro Direto, o CDB e outros investimentos, o Imposto de Renda será cobrado quando o investidor resgatar o dinheiro. A tributação segue uma tabela regressiva de acordo com o tempo do investimento. Então, o ideal é deixar seu capital o maior tempo possível investido porque a porcentagem a ser paga do imposto será menor.

Tabela Imposto de Renda para investimentos em Renda Fixa

Veja abaixo como o imposto pode ser cobrado:

Tabela Imposto de Renda – Renda Fixa
Prazo de VencimentoAlíquota
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%
A partir de 721 dias15%

Este pagamento é feito automaticamente e, por isso, você não precisa se preocupar. Ou seja, o banco ou a corretora já separa a parcela do governo assim que você realiza o resgate do dinheiro. Eles também fornecem um documento contendo os valores que devem ser incluídos na sua declaração anual.

Essa informação sobre os investimentos de Renda Fixa chama atenção de investidores. Por isso, precisamos lembrar que entender o mercado é fundamental para conseguir os melhores resultados ao investir seu dinheiro

Conclusão

  • Investimentos de Renda Fixa são investimentos em que é possível conhecer ou prever a rentabilidade final.
  • Os investimentos de Renda Fixa são tão seguros quanto a poupança e possuem maior rentabilidade.
  • Alguns dos títulos mais conhecidos são Tesouro Direto, CDB, LCI e LCA.
  • O funcionamento dessas aplicações é bastante simples: os bancos, empresas ou governo emitem títulos para captar dinheiro. Em troca, os investidores recebem o dinheiro acrescido de juros.
  • Esses títulos podem ser emitidos por diversas instituições financeiras e a melhor forma de adquiri-los é através de uma corretora de valores.
  • LCI e LCA são títulos isentos de Imposto de Renda. No Tesouro Direto e no CDB, será cobrado o IR apenas quando o investidor resgatar o dinheiro.
  • Tesouro Direto e CDB podem ser utilizados como margem de garantia na Bolsa.
  • Existem diversas estratégias para investir em Renda Fixa e a combinação de diferentes títulos pode ser mais segura e mais rentável.

Como você percebeu, o investimento em Renda Fixa é a melhor forma para cuidar do seu dinheiro. Por isso, veja como começar a investir nessa modalidade e alcançar um resultado melhor que a Poupança. 

Fonte: https://blog.toroinvestimentos.com.br/o-que-e-renda-fixa-como-funciona#:~:text=Investimentos%20de%20Renda%20Fixa%20s%C3%A3o%20investimentos%20em%20que%20%C3%A9%20poss%C3%ADvel,%2C%20CDB%2C%20LCI%20e%20LCA

Postado por: Victória Pescatori.

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Os impactos da tecnologia blockchain sob o prisma da propriedade intelectual.

A tecnologia blockchain consiste em um registro distribuído/descentralizado que, dependendo da forma como é construída, soluciona um dos principais problemas da internet convencional atual:  a segurança dos dados. Metaforicamente, imagine que a blockchain é um livro onde você pode registrar qualquer tipo de informação, e cada página deste livro tem uma característica única, rastreável, e é criptografada e conectada com as demais páginas. A verificação e autenticação das informações a serem registradas são feitas por meio do consenso de rede, que é alcançado pela comunicação entre os nós dessa rede. Os ditos “nós de rede” são os participantes de uma rede blockchain específica, que são computadores trabalhando em conjunto para validar os registros, e cada nó de rede possui uma cópia em tempo real desse banco de dados, o que o torna distribuído e possivelmente descentralizado. Para alterar qualquer tipo de informação, é necessário haver um consenso entre a rede, semelhante à maneira como ocorre o registro dos dados, mas para que essa alteração de informações em uma página específica ocorra, é preciso que todas as anteriores e subsequentes também sejam alteradas, pois todas são interligadas umas às outras.

É por conta dos fatores da distribuição e descentralização do banco de dados e do mecanismo de consenso de rede que a blockchain se apresenta como uma tecnologia revolucionária, provendo segurança ao armazenamento de dados e, consequentemente, às aplicações. Além disso, a consulta aos dados registrados pode ser transparente (se assim configurada), o que permite o acompanhamento em tempo real por parte de diferentes usuários ao redor do mundo.

As principais discussões giram em torno da remodelação comercial e tecnológica que a utilização da tecnologia traz no globo. Isso porque a descentralização de sistemas de prestadores de serviços, pagamentos e até mesmo autoridades públicas, causaria um movimento de segurança e rastreabilidade nunca visto.

No tocante à propriedade intelectual, tal tecnologia é altamente promissora, seja para a possibilidade de facilitar o registro de um software ou de outras obras autorais, bem como de tornar as transações envolvendo outros direitos de propriedade intelectual mais previsíveis. Podemos citar alguns benefícios com a sua implementação, por exemplo: a redução do tempo e burocracia; automatização na verificação e comprovação de autoria de uma criação; rastreabilidade verificável. Contudo, assim como há potenciais benefícios, também há diversos desafios jurídicos, tecnológicos, sociais e regulatórios que permeiam toda essa mudança.

Um dos primeiros obstáculos que se pode constatar diz respeito ao tamanho de dados criados e a necessidade de uma capacidade de armazenamento extraordinária, para isso, conta-se também com o rápido desenvolvimento de outras tecnologias relacionadas à blockchain, para uma futura adaptação às demandas que surgirão. Além disso, a complexidade da tecnologia e da sua explicação e compreensão pode ser outro fator de dificuldade. Não há como negar que será necessário treinamento e persuasão para a utilização da tecnologia pelas autoridades.

Há que se falar ainda sobre a falta de regulação da tecnologia para Propriedade Intelectual podendo ser vista como um entrave, pois ainda não existem limitações legais ao seu uso. Assim, além do desafio tecnológico e social, há também a questão legal, que pode vir a se tornar um obstáculo para a adoção e desenvolvimento da tecnologia.

No Brasil, a tecnologia já vem sendo testada pela Receita Federal, que utiliza da rede permissionada da bConnect — ferramenta desenvolvida pela Serpro — para compartilhar e trocar dados entre os países do Mercosul, os quais figuram como nós dessa rede. Além do b-Cadastros, que é uma plataforma para compartilhamento de dados cadastrais com órgãos públicos e entidades conveniadas. Ademais, vale citara iniciativa da CVM de lançar o seu sandbox regulatório, ambiente no qual empresas que executam um modelo de negócios baseado na tecnologia blockchain são autorizadas pelo Banco Central do Brasil a testar seus projetos inovadores na área financeira ou de pagamento.

Ainda no ramo do direito autoral, muito tem se falado sobre os NFTs (Non Fungible Tokens), Tokens Não Fungíveis, em tradução livre. Essa nova tecnologia possibilita a disponibilização de um certificado digital de autenticidade, sinalizando a anterioridade e propriedade de criações a partir da tecnologia blockchain, ao gerar um código de certificação que torna o ativo um bem único. A tecnologia NFT tem possibilitado a criação de uma escassez digital, tornando os itens criptografados colecionáveis e exclusivos.

A tecnologia NFT no mundo das artes tem sido propagada como um modelo de proteção dos Direitos Autorais no ambiente digital, para dar garantias de origem no comércio das obras artísticas, bem como maior segurança jurídica aos contratos. Contudo, enquanto por um lado existem correntes que creem ser o NFT uma revolução no direito autoral, protegendo obras e garantindo autenticidade e propriedade no ambiente digital, por outro, há quem aponte a nova tecnologia como mais uma forma de autenticidade e registro. Independentemente das vertentes ou opiniões, cada vez mostra-se inegável que “a tecnologia funciona como uma ferramenta a serviço da capacidade artística e criativa“. A partir da tecnologia NFT, percebe-se um potencial presente nas estruturas digitais para reinventar e reformular meios de proteger a autenticidade de obras autorais, garantindo a infungibilidade desses bens.

O registro criptográfico de tokens realizados a partir da tecnologia blockchain permite a sua manutenção e comercialização com segurança, sendo um meio seguro e eficaz de registro de obras tanto físicas como digitais, porquanto o token gerado é associado à obra, numa espécie de “assinatura” do autor. Nesse sentido, a tecnologia pode ajudar artistas e criadores a monetizar de forma mais assertiva seus trabalhos. Um exemplo disso é o caso é o da Microsoft, que passou a se utilizar da tecnologia para gerenciar e rastrear contratos de royalties de parceiros, criadores de conteúdo, músicos e demais artistas vinculados ao ecossistema dos jogos, buscando assim descentralizar o sistema e agilizar o pagamento de direitos autorais.

Contudo, vale ressaltar que o NFT não concede automaticamente a propriedade de uma obra digital, funcionando apenas como um recibo que indica que se possui uma versão do trabalho, mantendo-se como titular o autor. Da mesma forma, o registro em blockchain de obra passível de proteção pelo direito autoral não significa que a autoria seja do registrador e a data de criação a do registro, mas apenas auxilia em caso de litígios e necessidade de comprovação da autoria e anterioridade. Nota-se ainda que, em relação à legislação autoral brasileira, não haveria contrariedade ao uso de tais mecanismos, pois a proteção de obras autorais independe de registro, funcionando as ferramentas em blockchain como acessórias.

Nessa toada, se constata que, por mais embrionário que seja o assunto, o caminho da utilização da tecnologia é inevitável. Quando o tema encosta na área de propriedade intelectual, apesar de todos os desafios, diversas são as possibilidades de uso e benefícios advindos dessa tecnologia. Por isso, o caminho é acompanhar essas novas tecnologias buscando transver o direito e formulando novas regulamentações que acompanhem essas novas necessidades de mercado.

Fonte: https://www.conjur.com.br/2022-mai-05/chwartzmanne-rito-blockchain-prisma-propriedade-intelectual

Postado por: Victória Pescatori.

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Como investir em dólar e quais são as opções?

(Por Aléxis Cerqueira Góis, especial para o E-Investidor) O dólar-1,14% é a principal moeda mundial, o que a torna atrativa para os investidores que buscam uma rentabilidade segura. A moeda norte-americana valorizou 29,3% frente ao real no ano passado e chegou a ser cotada a quase R$ 6 em 2021, devido a uma nova onda de contaminações pelo coronavírus em março.

Entretanto, diante da expectativa frustrada de elevação de juros nos Estados Unidos e do aumento da taxa Selic no Brasil (que saiu de 2% para 5,25% em três meses), a tendência da taxa de câmbio se reverteu. O dólar comercial chegou a ser cotado abaixo dos R$ 5 no final do primeiro semestre deste ano.

Como escolher o melhor investimento em dólar?

Uma das principais vantagens de ter ativos na moeda norte-americana é diversificar investimentos para se proteger de incertezas nacionais ou internacionais, como a pandemia, variações econômicas ou crises políticas. Os investidores consideram o dólar como um dos ativos mais seguros do mundo, ao lado do ouro. Dessa forma, em uma crise generalizada, como a provocada pelo coronavírus, a moeda norte-americana tende a se valorizar. Mesmo em um cenário de estabilidade, o dólar tende a apresentar uma variação positiva pequena ao longo do tempo.

É recomendável que o investimento seja realizado por quem já está acostumado com outras aplicações e não deve ser o único ativo da carteira. Para escolher o melhor jeito de investir na moeda norte-americana, o investidor deve levar em conta quais são seus objetivos com a aplicação, bem como a sua tolerância a riscos e a sua necessidade de liquidez.

Existem diversas formas para investir em dólar, desde compra direta em espécie até ativos atrelados à variação cambial. Conheça as principais maneiras de investimento na moeda para escolher a melhor opção de acordo com o seu perfil.

Dólar em espécie

A Bolsa de Valores do Brasil oferece opção para contratos de venda ou compra de dólar em um prazo futuro, com preços acordados previamente. Nessa modalidade, não é necessário adquirir a moeda norte-americana, pois a liquidação da operação é realizada na data programada em reais. Na data de finalização do contrato, caso o valor acordado seja maior do que a cotação do dia, o investidor recebe a diferença. No entanto, se a cotação estiver abaixo do valor do contrato, o investidor deve pagar o saldo.

O valor de cada contrato de dólar cheio é, geralmente, de US$ 50 mil e cada negociação é realizada com lotes mínimos de cinco contratos. A negociação é realizada por meio de uma corretora e não há cobrança de IOF, mas existem cobranças de ISS, imposto de renda, emolumentos e taxa de custódia, além de taxa de corretagem.

Minicontratos

Os minicontratos são uma modalidade de dólar futuro. A principal diferença é a possibilidade de negociar valores menores. Cada minicontrato tem valor médio a partir de 20% do valor do contrato cheio, ou seja, US$ 10 mil — montante que é retido a título de garantia. As operações também são realizadas por meio de corretoras e estão sujeitas a impostos e taxas. Apesar da maior acessibilidade, é importante ressaltar que os minicontratos se tratam de uma operação de mercado futuro, que é complexo e apresenta grandes riscos de oscilação. O investimento é indicado para investidores mais arrojados e experientes.

ETFs

O Exchange Traded Fund (ETF) é um tipo de fundo de investimento atrelado a um índice econômico de renda variável, como o Ibovespa. Por ter uma grande variedade de composição, o investidor deve verificar a característica de cada ETF para saber a adequação ao seu perfil. Quando essa aplicação está ligada a um índice de bolsa internacional, como o S&P 500, composto de ativos da Bolsa de Nova York, a aplicação tem uma grande influência do dólar.

BDRs

O Brazilian Depositary Receipt (BDR) é um certificado de depósito emitido e negociado no Brasil, ligado a ações de empresas brasileiras listadas em bolsas fora do País, como a NASQAD, dos Estados Unidos. O investidor não detém as ações, mas um título que representa esses papéis.

Dessa maneira, é possível “dolarizar” parte da carteira sem a necessidade de abrir uma conta em uma corretora estrangeira e enfrentar a complexidade de investimentos internacionais. Por se tratar de uma operação atrelada a ações, o investidor deve ter uma boa tolerância a riscos.

Certificados de Operações Estruturadas

Os Certificados de Operações Estruturadas (COEs) são produtos financeiros que combinam renda fixa e variável, como índices, ações ou moedas. Relativamente novo no mercado brasileiro, os COEs é indicado para investidores mais conservadores, pois podem garantir um valor mínimo protegido, mesmo que os ativos de referência tenham uma rentabilidade negativa. A aplicação pode ser realizada por meio de uma corretora, com valores a partir de R$ 5 mil, e estão sujeitas a tributação regressiva do imposto de renda, além de taxas como corretagem.

Uma das principais vantagens desse investimento é o acesso simplificado ao mercado internacional e a flexibilidade, que permite o retorno em diversos cenários. Entretanto, os COEs têm baixa liquidez e não pode ser negociado antes do seu vencimento.

Fundos cambiais

Os fundos cambiais oferecem mais proteção em relação à oscilação da cotação de moedas. Em geral,  cerca de 80% são aplicados em ativos relacionados à variação cambial. O restante é investido em títulos de renda fixa, propiciando uma maior estabilidade. Um gestor profissional é responsável por cuidar de todas as operações do fundo e o investidor não precisa acompanhar o mercado cotidianamente. Logo, essa aplicação é indicada para perfis mais conservadores. A operação está sujeita a imposto de renda, IOF e taxa de administração.

Fonte: https://einvestidor.estadao.com.br/investimentos/investir-dolar-quais-opcoes/

Postado por: Victória Pescatori.

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Guia sobre Bitcoin: conheça a origem da primeira criptomoeda do mundo.

A história do Bitcoin (BTC) é repleta de mistérios. A primeira criptomoeda do mundo foi lançada há 13 anos, mas até hoje ninguém sabe a verdadeira identidade da pessoa – ou pessoas – por trás do projeto. Há suspeitas, mas nenhuma capaz de desvendar o enigma.

Neste guia, o InfoMoney explica a origem do Bitcoin; conta como, por que e quando ele surgiu; aborda segurança, mineração e formas de entrar no mercado; e explica as diferenças entre a criptomoeda e as outras moedas digitais do mercado, em especial as lançadas pelos bancos centrais.

O que é Bitcoin?

O Bitcoin é uma forma de dinheiro eletrônico peer-to peer (ponto a ponto) que pode ser transferida sem o intermédio de instituições financeiras.

Na prática, isso significa que dois indivíduos, mesmo morando em países diferentes, podem enviar BTC um para o outro sem precisar de um banco ou de uma empresa de remessa internacional.

As transações são confirmadas na blockchain, um banco de dados enorme que registra todas as negociações dos usuários. Essa tecnologia nasceu junto com o Bitcoin, e funciona de tal forma que os próprios participantes são os auditores da rede.

Como não há uma terceira parte envolvida, mandar Bitcoin de um país para outro costuma ser mais barato e rápido do que transferir moedas fiduciárias.

O BTC é digital, descentralizado e não é controlado por governos, empresas ou pessoas. Portanto, nenhuma Casa da Moeda precisa imprimi-lo e nenhum Banco Central tem o poder de controlar o seu preço. Seu valor depende principalmente da lei de oferta e da procura.

Quando surgiu o Bitcoin

O Bitcoin surgiu em 31 de outubro de 2008. Naquele dia, o criador (ou criadores) da criptomoeda, que se esconde sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, enviou um e-mail para uma lista de pessoas interessadas em criptografia. No corpo da mensagem, ele escreveu que vinha trabalhando “em um novo sistema de dinheiro eletrônico totalmente peer-to-peer, sem terceiros confiáveis”.

Ele também inseriu um link com o white paper (manual) da criptomoeda, em inglês. No documento, com nove páginas, Nakamoto descreveu resumidamente os fundamentos do Bitcoin, baseados em quatro pontos principais:

É uma rede peer-to-peer para evitar o gasto duplo (possibilidade de enviar as mesmas moedas mais de uma vez); sem intermediários, como bancos; permite o anonimato dos participantes; e usa Prova de Trabalho (um tipo de algoritmo) para gerar Bitcoin (processo que ganhou o nome de mineração) e prevenir o tal gasto duplo.

No manual, Nakamoto também estipulou que o BTC tem oferta finita. No total, apenas 21 milhões de unidades podem ser mineradas (criadas) até 2140, o que o torna escasso. Até o final de outubro de 2021, segundo o agregador Coingecko, 18,8 milhões de Bitcoin já haviam sido emitidas.

Apesar de o Bitcoin ter sido lançado no final de 2008, o primeiro bloco (nome do arquivo com informações sobre transações) da blockchain da criptomoeda só foi minerado no dia 3 de janeiro de 2009. No bloco, chamado de Gênese, Nakamoto escreveu a mensagem criptografada “The Times 03/Jan/2009 Chancellor on brink of second bailout for banks”.

O texto, que em português significa “Chanceler à beira do segundo resgate aos bancos”, é uma alusão à manchete do jornal britânico The Times daquele dia. As palavras foram interpretadas como um indicativo das motivações que teriam levado Nakamoto a criar a criptomoeda.

Crise financeira nos EUA e o Bitcoin

white paper do Bitcoin foi lançado pouco mais de um mês após o anúncio da falência do Lehman Brothers, que foi o quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos. A quebra do conglomerado financeiro foi o episódio mais emblemático da crise financeira nos EUA, responsável por uma das piores recessões econômicas da história.

A quase simultaneidade desses dois fatos fez alguns economistas e entusiastas do mercado de criptomoedas se questionarem se o Bitcoin teria surgido como uma resposta à instabilidade financeira daquela época. Fernando Ulrich, mestre em economia e especialista em criptomoedas, falou sobre os dois eventos em seu livro “Bitcoin – A Moeda na Era digital”.

“Ainda que possa ser considerada uma mera coincidência o fato de a moeda digital ter surgido em meio à maior crise financeira desde a Grande Depressão de 1930, não podemos deixar de notar o avanço do estado interventor, as medidas sem precedentes e arbitrárias das autoridades monetárias na primeira década do novo milênio e a constante perda de privacidade que cidadãos comuns vêm enfrentando em grande parte dos países desenvolvidos e emergentes”.

Vale lembrar que a crise financeira nos Estados foi gerada, em parte, por uma desenfreada liberação de crédito fácil e pela especulação no mercado imobiliário.

O economista Fernando Antônio de Barros Júnior, professor doutor daFaculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP, acredita que o “timing” entre os dois eventos foi apenas uma coincidência.

“Eu acho que tem pouca probabilidade de o Bitcoin ter sido lançado por causa da crise. No próprio white paper, é possível ver que o Nakamoto não estava tentando criar um ativo financeiro, mas sim um meio de pagamento seguro e fora do controle do governo”.

Cabe ressaltar, ainda, que as discussões sobre a criação de uma moeda semelhante ao Bitcoin começaram antes de 2008. Segundo o Bitcoin.org, o conceito de criptomoeda foi descrito pela primeira vez em 1998 pelo engenheiro da computação Wei Dai. O artigo de Wei inclusive é citado por Nakamoto em seu white paper.

Quem criou o Bitcoin?

O criador do Bitcoin se esconde atrás do pseudônimo Satoshi Nakamoto. Quem ele é, no entanto, ainda continua um mistério. Algumas pessoas vieram a público afirmando ser o personagem, mas ninguém conseguiu de fato provar nada.

O que se sabe até agora vem de vestígios de sua vida online. Em novembro de 2009, por exemplo, ele lançou o BitcoinTalk – um fórum de discussões sobre a criptomoeda. Nakamoto foi bem ativo no espaço e, ao longo de quase um ano, postou cerca de 600 mensagens. Nenhuma, no entanto, dá pistas concretas sobre sua verdadeira identidade.

Sua última movimentação no fórum ocorreu em 12 de dezembro de 2010. No post, ele deu algumas indicações sobre a segurança da rede. Depois disso, não publicou mais nada no BitcoinTalk. Naquele mesmo ano, ele também passou o repositório com o código do Bitcoin para Gavin Andresen, um desenvolvedor de software que esteve envolvido no projeto da criptomoeda.

No final de abril de 2011, naquela que foi sua última ‘aparição online’, ele mandou um e-mail de despedida para seus desenvolvedores próximos. Na mensagem, Nakamoto “passou a bola” do Bitcoin para outros desenvolvedores:

“Eu mudei para outras coisas. Isso (projeto do Bitcoin) está em boas mãos com Gavin e todos”. 

Candidatos a Satoshi Nakamoto

Ninguém sabe ainda quem criou o Bitcoin. No entanto, existem alguns suspeitos. Na lista, figuram pessoas que colaboraram com o projeto, eram próximas do criador do BTC – pelo menos na vida online – ou foram citados por ele. Há também ricaços capazes de influenciar o mercado com apenas um tweet. Veja alguns dos candidatos:

  • Gavin Andresen, por ter ficado com o controle do código da criptomoeda e ter trocado mensagens com Nakamoto, é um deles. 
  • Outro suposto criador do BTC é Hal Finney, que foi a primeira pessoa a receber uma transferência de Bitcoin de Nakamoto – isso lá em 11 de janeiro de 2009. Finney, no entanto, morreu em agosto de 2014 aos 58 anos, vítima de uma doença degenerativa. A pedido dele próprio, seu corpo foi congelado para ser revivido no futuro – isso se surgir alguma tecnologia capaz de vencer a morte.
  • Os cientistas da computação Nick Szabo e Adam Back, ambos citados no white paper do Bitcoin, também aparecem na lista. Craig Steven Wright, cientista da computação e empresário que em 2016 disse a jornalistas que era o verdadeiro Nakamoto (sem apresentar provas convincentes), é outro suspeito.
  • Por fim, o CEO da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, também está no páreo. A teoria a respeito de Musk surgiu depois que um funcionário do bilionário, conhecido por influenciar o mercado de criptomoedas com seus tweets, disse que ele poderia ter criado o BTC. O empresário nega.  

Diferença entre Bitcoin e moedas digitais

A principal diferença entre Bitcoin, demais criptomoedas e Moedas Digitais de Banco Central (CBDC, na sigla em inglês) é a forma de emissão e distribuição.

O BTC e as altcoins (termo usado para identificar qualquer criptomoeda diferente do Bitcoin) são descentralizadas. Ou seja, não há governo ou país no controle. As regras, portanto, são ditadas pelos envolvidos nos projetos, bem como pelos usuários.

As moedas digitais de bancos centrais, por outro lado, são emitidas e distribuídas por órgãos governamentais. “As CBDC são representações digitais das moedas fiduciárias dos países sendo controladas pelos bancos centrais”, explicou Ricardo Dantas, CO-CEO da corretora de criptomoedas Foxbit.

Na prática, portanto, uma moeda digital emitida por um Banco Central é uma cópia virtual do dinheiro corrente do país. Seu valor, portanto, é determinado por uma autoridade monetária. É diferente das criptomoedas descentralizadas, cujos preços variam conforme a lei da oferta e da procura.  

Como comprar Bitcoin

Há diversas formas de comprar Bitcoin e altcoins. Exchanges, ETFs de criptomoedas e fundos de investimentos do setor são algumas das opções.

No caso da exchange, o usuário precisa escolher alguma e abrir uma conta. Em geral, elas pedem data de nascimento, RG, CPF, CNPJ (no caso de empresa) e endereço no cadastro – feito online. Algumas também solicitam foto (selfie) para confirmar a identidade. Há taxas de saques e transferências. O investimento mínimo de compra de Bitcoin depende de cada corretora. Em algumas delas o valor mínimo começa em R$ 25; outras exigem R$ 50.

Os ETFs de criptomoedas podem ser negociados direto na Bolsa de Valores como uma ação. Portanto, é preciso abrir uma conta em alguma das 100 corretoras de valores existentes no Brasil. O cadastro também envolve o envio de documentos pessoais.

Importante lembrar que o investidor, na hora da compra, precisa pagar taxas de corretagem e de custódia para as corretoras, além dos encargos da B3. Também há taxa de administração. As cotas iniciais dos fundos de índice (outro nome para ETF) variavam entre R$ 14 a R$ 72 no começo de outubro.

Por fim, é possível também comprar Bitcoin por meio de fundos de investimentos que alocam recursos na criptomoeda. Até o início deste mês havia 21 opções regulamentadas no Brasil.

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Esses produtos podem ser comprados em corretoras ou diretamente nas gestoras. Há fundos para investidores de varejo, profissionais e qualificados – o cadastro vai depender da opção e do enquadramento. As cotas mínimas variam conforme o fundo e o público-alvo – em alguns é possível investir a partir de R$ 500. Assim como no caso dos ETFs, há algumas taxas, como a de administração.

Maiores altas e baixas do Bitcoin

O Bitcoin atingiu sua máxima histórica no dia 20 de outubro, superando pela primeira vez os US$ 65 mil. No Brasil, a criptomoeda chegou a ultrapassar os R$ 370 mil em algumas corretoras.

Ao longo de sua breve história, no entanto, a criptomoeda foi uma montanha-russa, registrando períodos de alta valorização (bull market) e momentos de quedas drásticas (bear market). Confira abaixo o histórico das maiores altas anuais do Bitcoin – e das baixas.

AnoPreço em 1º de janeiro (dólar)Preço em 31 de dezembro (dólar)Valorização
2009US$ 0US$ 00%
2010US$ 0,1US$ 0,3200%
2011US$ 0,3US$ 4,71466,67%
2012US$ 5,30US$ 13,50154,72%
2013US$ 13,30US$ 8055.952,63%
2014US$ 815,90US$ 318-61,02%
2015US$ 314,90US$ 43036,55%
2016US$ 434US$ 963,40121,98%
2017US$ 995,40US$ 13.850,401291,44%
2018US$ 13.404,90US$ 3.709,40-72,33%
2019US$ 3.809,40US$ 7.196,4088,91%
2020US$ 7.199US$ 28.949302,13%
2021*US$ 29.359US$ 65.979124,73%

* De 1º de janeiro a 20 de outubro

Bitcoin é seguro?

Para Mayra Siqueira, gerente geral da Binance no Brasil, o Bitcoin é seguro. Prova disso, falou, é que a blockchain, tecnologia por trás da criptomoeda, nunca foi hackeada ao longo desses 13 anos de história. E isso se deve, continuou Mayra, principalmente ao mecanismo criado por Nakamoto, em especial a dois recursos: o consenso e a imutabilidade.

“O consenso refere-se à capacidade dos nós (computadores ou dispositivos conectados à interface do Bitcoin), dentro de uma rede blockchain distribuída, de concordar com o estado verdadeiro da rede e com a validade das transações. Já a imutabilidade, por outro lado, refere-se à capacidade da blockchain de impedir a alteração de transações que já foram confirmadas”, disse Mayra.

Na prática, esses dois recursos permitem que transações entre pessoas desconhecidas sejam realizadas sem a necessidade de uma terceira parte – como um banco ou uma empresa de remessa internacional – para garantir a transferência.

Mayra disse que, além de ter tecnologia confiável, o Bitcoin também é um investimento seguro. No entanto, falou, o investidor precisa fazer o dever de casa e estudar o BTC com cuidado, pois ele é “considerado de risco por conta da oscilação”.

O economista Fernando Antônio de Barros Júnior, professor doutor da USP, também disse que o BTC é um investimento seguro. Entretanto, falou, é um ativo de alto risco. “Por isso, o investidor deve fazer aquilo que é recomendado por qualquer curso básico de educação financeira: ponderar a questão do risco e do retorno e nunca colocar todos os ovos na mesma cesta”.

O que é mineração de Bitcoin

A mineração de Bitcoin, em resumo, é o nome dado ao processo de validar as transações blockchain e receber, como recompensa, novas criptomoedas. Para entender melhor, leia a comparação abaixo:

Para a Maria (personagem fictício), que mora no Brasil, transferir R$ 5 mil para a conta de João (personagem fictício), que vive na Inglaterra, esse dinheiro precisa passar por algum terceiro, como um banco, que atua como garantidor da transação e cobra uma taxa pelo serviço. No caso do Bitcoin, parte deste papel é função dos mineradores.

Portanto, se a Maria, em vez de enviar moeda fiduciária, resolver mandar 1 BTC para o João, algum minerador da rede deve registrar a transação na blockchain. E toda vez que ele realiza essa ação, ganha um incentivo em criptomoeda. Atualmente, aquele que consegue validar uma transação embolsa 6,25 Bitcoin. Em 22 de outubro, dia em que o BTC era negociado a R$ 343 mil, o “sortudo” que foi validou uma transação levou para casa R$ 2,1 milhões em criptomoeda.   

Apenas lendo o parágrafo acima, parece muito fácil minerar Bitcoin – mas não é. Isso porque, para conseguir fazer o registro e ganhar BTC, o minerador precisa executar uma Prova de Trabalho (algoritmo), que na prática é um complexo problema matemático. Esse cálculo é resolvido, em média, em 10 minutos – que é o tempo que uma transação é confirmada na rede do BTC.

Mas o detalhe, que deixa a tarefa extremamente difícil, é que há milhares de mineradores tentando resolver a equação ao mesmo tempo. E como há muitos competidores, mais árduo fica encontrar a solução, e mais poder computacional é necessário.

Como minerar Bitcoin

Logo após a criação do Bitcoin, qualquer um podia facilmente minerar a criptomoeda em casa. Bastava conectar um computador (com uma placa de vídeo razoável) na rede do BTC e mantê-lo ligado para resolver os complexos problemas matemáticos.

Atualmente, no entanto, é praticamente impossível “extrair” Bitcoin por meio de um PC comum. Isso porque é preciso utilizar equipamentos específicos para a função, chamados de circuitos integrados de aplicação específica (ASIC).

Mas não basta ter apenas um, dois ou três hardwares. Para resolver os cálculos e levar as recompensas, é necessário ter um poder computacional enorme, e a cada dia a exigência cresce mais. Hoje, há fazendas de mineração com milhares de equipamentos dedicados exclusivamente à mineração de Bitcoin.

Dada a complexidade da tarefa e o alto investimento no negócio, essas fazendas de mineração costumam se organizar em pools (conjuntos) de mineradores que trabalham juntos para competir pela validação das transações, aumentando as chances de receber a recompensa em BTC – quando um pool consegue vencer a batalha, os 6,25 BTC recebidos são divididos entre os participantes na proporção do poder computacional entregue.

Fonte: https://www.infomoney.com.br/guias/o-que-e-bitcoin/#:~:text=e%20da%20procura.-,Quando%20surgiu%20o%20Bitcoin,de%20pessoas%20interessadas%20em%20criptografia.&text=No%20manual%2C%20Nakamoto%20tamb%C3%A9m%20estipulou%20que%20o%20BTC%20tem%20oferta%20finita

Postado por: Victória Pescatori.

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Dinheiro x Criptomoedas: O que o futuro reserva para as moedas digitais e as de papel?

A forma como lidamos com o dinheiro está em profunda transformação, ainda que a grande maioria das pessoas não tenha percebido isso. Pouco a pouco, todos os setores observam a constante digitalização das formas de pagamento, impulsionada pelo surgimento de opções bem mais simples e eficientes, como as criptomoedas. Consideradas um recurso restrito à comunidade de tecnologia há pouco tempo, hoje elas cresceram em importância e são vistas tanto como ativos de investimento quanto ferramentas no varejo. Diante desse cenário, um questionamento emerge em empresas e na mente dos consumidores: o que o futuro reserva para as moedas digitais e as de papel? 

Em 2018, por exemplo, uma pesquisa do Banco Central mostrava que 96% dos brasileiros utilizavam as cédulas em papel para pagar suas contas e compras. Três anos depois, a situação é outra. A entidade divulgou que apenas 3% dos recursos disponíveis para operações financeiras no país estão disponíveis no formato de papel-moeda. Não à toa, o órgão do Sistema Financeiro Nacional encabeça duas medidas que visam estimular ainda mais a digitalização. A primeira delas foi a criação do PIX em novembro de 2020 – que rapidamente caiu no gosto da população. A outra é a criação do “real digital”, uma moeda digital própria que deve ser lançada nos próximos anos.   

Esse movimento é consequência do estabelecimento do mercado cripto entre os investidores e as empresas brasileiras. Suas operações já ocorrem em paralelo ao universo do dinheiro fiduciário, o que apenas reforça ser uma opção já consolidada no cenário global e que certamente deve crescer ainda mais nos próximos anos. Ou seja, ainda que setores conservadores ainda demonstrem descontentamento com essa situação, não dá mais para ignorar o avanço das moedas digitais e a presença do blockchain no ecossistema financeiro. Agora, ou as empresas e instituições financeiras aprendem a se adaptar a elas, ou correrão o risco de perderem relevância entre investidores e consumidores.  

Diante disso, a relação entre esses dois mercados tende a se acentuar, estabelecendo pontos de convergência, mas também mantendo suas diferenças principais. Em comum entre as moedas digitais e as fiduciárias, podemos citar justamente o avanço da transformação digital. As criptomoedas mostraram ao sistema financeiro que é possível digitalizar e automatizar os meios de pagamento, fazendo com que as transações sejam mais rápidas e eficientes. Nesse sentido, a tecnologia blockchain se revelou uma grande ferramenta por proporcionar mais segurança e proteção às operações – item fundamental diante do receio que muitos têm em relação ao ambiente virtual.  

Mas essa afinidade que o dinheiro fiduciário possui com as criptomoedas não apaga diferenças fundamentais entre elas. Se hoje os bancos centrais desejam implementar as versões digitais de suas moedas é porque eles desejam criar a mesma estrutura segura que o mercado cripto oferece – e só. A digitalização nesses casos é ferramenta para centralizar a emissão desse recurso e, assim, exercer mais controle do dinheiro que circula em todo o país. Bem diferente das criptomoedas e utility tokens existentes, cuja principal característica é descentralização e supressão de intermediários nas transações financeiras. Como se vê, o oposto do que a esfera governamental deseja. 

Quando falamos de uma área que passa por grandes mudanças, como é este caso, sempre é temerário prever quais caminhos irão surgir no futuro. Mesmo assim, o atual momento das criptomoedas e do mercado fiduciário permite identificar algumas tendências importantes. A preocupação de que as moedas digitais pudessem substituir as operações financeiras tradicionais está se mostrando infundada. Em contrapartida, o universo cripto tende a consolidar sua posição na economia do dia a dia, posicionando como ferramenta para pagamento de contas e realização de compras – e isso vai levar a uma digitalização constante da nossa relação com o dinheiro.  

*Cássio Rosas é Diretor de Novos Negócios e Estratégia da Wiboo, plataforma com utility token que promove um programa de fidelização entre varejistas e consumidores por meio de moedas digitais – e-mail: wiboo@nbpress.com  

Wiboo Company, criada inicialmente como um social commerce focado em programas de fidelidade, a startup Wiboo é uma plataforma de engajamento online que usa como base uma moeda digital (utility token) para divulgação de campanhas das empresas – anunciantes.

Fonte: https://www.jornalcontabil.com.br/dinheiro-x-criptomoedas-o-que-o-futuro-reserva-para-as-moedas-digitais-e-as-de-papel/

Postado por: Victória Pescatori.

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Entenda a adoção no Brasil – Passo a passo.

Os trigêmeos Caio, Camila e Carla foram adotados com dois anos e meio pelo casal Jeferson Seidler e Silvana Kronemberger Arquivo pessoal

Aguardando no corredor frio, sentado num banco de cimento, Jefferson Seidler, de 42 anos, sentia as mãos suadas de ansiedade. Eram seus filhos, esperados por tanto tempo, que estavam chegando. A voz embargou ao avisar a esposa, Silvana Kronemberger, de 41 anos: “Acho que são eles vindo ali”. Semanas atrás, uma ligação dela quase o fez cair da cadeira. “Jefferson, está sentado? Então senta. São três! Isso mesmo: trigêmeos. E aí, vamos?”, indagava ela com um sentimento misto de alegria e tensão. Foram quatro anos de gestação e uma proposta bem maior do que o registrado no Cadastro Nacional de Adoção (queriam uma criança, com menos de três anos).

O menino veio chorando e simplesmente se jogou nos braços da futura mãe. Ele tinha febre. Uma das meninas se sentou no outro extremo do banco e encarou os dois com expressão de raiva. A terceira, sorridente, se sentou no chão e começou a brincar distraída com algo caído. Os três tinham dois anos e meio na época. “Saímos desse primeiro encontro como se tivéssemos sido atropelados. Conversamos e bolamos algumas estratégias. Pedimos uma sala reservada, sem pessoas passando todo tempo. Não levaríamos brinquedo ou doces, pois as crianças deveriam desejar estar conosco e não com o que poderíamos oferecer. Na segunda visita, meu filho de longe nos avistou, me reconheceu, sorriu e correu pra junto de nós como quem diz ´Vocês? Não acredito que voltaram!’” lembra Silvana.

A mãe, que até hoje guarda os sapatinhos que as meninas usavam naquele encontro (o menino foi descalço), ainda lembra da angústia que sentiu no período que começou com aquele dia e só terminou um mês depois, quando Caio, Camila e Carla, hoje com 6 anos, finalmente foram para casa da família.

Neste 25 de maio, Dia Nacional da Adoção, 7.493 crianças no Brasil estão aguardando por este momento. No entanto, 4.826 inscritas no Cadastro Nacional de Adoção estão totalmente disponíveis para integrar um novo lar. As demais ainda têm vínculos com as famílias de origem, situação que possibilita recursos que podem inviabilizar o processo.

Esse número, porém, é um pouco mais de 10% das crianças que vivem hoje em abrigos. Segundo levantamento do CNJ, são cerca de 46 mil crianças e adolescentes morando longe de seus parentes biológicos e ainda distante de lares definitivos porque estão em um limbo judicial, à espera da conclusão do processo de destituição familiar.

Do outro lado da lista, 39.633 pretendentes à adoção esperam. A maioria, cerca de 80%, não declara preferência por raça, 63% são indiferentes quanto ao sexo da criança, 32% aceitam adotar irmãos ou crianças com algum tipo de problema de saúde. Segundo a professora de direito civil da Universidade de Brasília Suzana Borges Viegas, o perfil traçado pelos requerentes não é a principal causa da morosidade dos processos.

“O que de fato contribui para a demora é toda a burocracia da tramitação judicial. As varas de infância não podem abrir mão de nenhum procedimento exigido por lei, inclusive para evitar problemas como de rejeição. E algumas fases são extensas. A fase de regularização da situação da criança, por exemplo, dura cerca de um ano. O rompimento de vínculo com a família de origem deve ser feito com muita cautela porque a intenção do Estado é, primeiramente, tentar fazer com que a criança fique com a família de origem”, explica.

Uma das medidas para reduzir esse tempo seria, na opinião da especialista, aumentar o número de funcionários nas Varas da Infância. Ela também defende a aprovação de um projeto de lei, apresentado em fevereiro pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública, que determina prazos para a tramitação do processo. O projeto prevê ainda a concessão de guarda provisória mais rápida. “Essa novidade garante que as famílias já fiquem com as crianças antes da conclusão do processo”, explica Viegas.

A espera, segundo a mãe dos trigêmeos, Silvana Kronemberger, vale a pena. “Meus filhos são a maior representatividade do amor de Deus por mim. Ele me deu a honra de amá-los e educá-los para serem pessoas plenas, homem e mulheres pra fazerem deste mundo um lugar melhor, serem prova de que é possível e que vale a pena investir na família”, define emocionada.

Como adotar uma criança no Brasil

Para se candidatar à adoção é necessário ter mais de 18 anos e ter 16 anos a mais que a criança a ser adotada. O processo tem várias etapas que variam de acordo com o estado e com as Varas de Infância (É possível consultar os endereços aqui). Os documentos solicitados também são distintos. De acordo com a unidade da Federação.

Segundo o Cadastro Nacional de Adoção, o procedimento geral segue o seguinte rito:

1) Procure a Vara de Infância e Juventude do seu município e se informe sobre os documentos. Para entrar no Cadastro Nacional de Adoção são solicitados: identidade; CPF; certidão de casamento ou nascimento; comprovante de residência; comprovante de rendimentos ou declaração equivalente; atestado ou declaração médica de sanidade física e mental; certidões cível e criminal.

2) Com documentos em mãos, faça uma petição, que pode ser preparada por um defensor público ou advogado particular no cartório da Vara de Infância.

3) É obrigatório fazer o curso de preparação psicossocial e jurídica para adoção. A duração do curso também varia nos estados. No Distrito Federal, são dois meses de aulas semanais.

4) O passo seguinte é a avaliação psicossocial com entrevistas e visita domiciliar feitas pela equipe técnica interprofissional. Na entrevista, é determinado o perfil da criança que deseja adotar, de acordo com vários critérios. O resultado será encaminhado ao Ministério Público e ao juiz da Vara de Infância.

5) O laudo da equipe técnica da Vara de Infância e o parecer emitido pelo Ministério Público vão servir de base para a sentença do juiz. Se o pedido for acolhido, o nome do interessado será inserido nos cadastros, válidos por dois anos em território nacional. Se não, é importante buscar os motivos. Estilo de vida incompatível com criação de uma criança ou razões equivocadas (para aplacar a solidão; para superar a perda de um ente querido; superar crise conjugal) podem inviabilizar uma adoção. É possível se adequar e começar o processo novamente.

6) A Vara de Infância avisa sobre uma criança com o perfil compatível. O histórico de vida da criança é apresentado ao adotante; se houver interesse, ambos são apresentados. A criança também será entrevistada após o encontro e dirá se quer continuar com o processo. Durante esse estágio de convivência, monitorado pela Justiça e pela equipe técnica, é permitido visitar o abrigo onde ela mora e dar pequenos passeios.

7) Em seguida, é preciso ajuizar a ação de adoção. Ao entrar com o processo, é entregue a guarda provisória, que terá validade até a conclusão do processo. Neste momento, a criança passa a morar com a família. A equipe técnica continua fazendo visitas periódicas e apresentará uma avaliação conclusiva.

8) O juiz vai proferir a sentença de adoção e determinar a lavratura do novo registro de nascimento, já com o sobrenome da nova família. Neste momento, a criança passa a ter todos os direitos de um filho biológico.

Adoção internacional

Para adotar crianças ou adolescentes de outro país, as regras são diferentes. O país de origem da criança deve ter ratificado a Convenção de Haia. A lista com os documentos necessários e os procedimentos também são diferentes. As informações estão disponíveis na página do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul elaborou um documento para esclarecer as principais dúvidas sobre esse processo. O arquivo está disponível para ser baixado aqui.

Conheça a realidade da adoção nos estados brasileiros:
Adoção no Brasil
Região Norte
Adoção no Brasil
Região Nordeste
Adoção no Brasil
Região Centro-Oeste
Adoção no Brasil
Região Sudeste
Adoção no Brasil
Região Sul
Adoção no Brasil

Infográficos: Cid Vieira e Daniel Dresch

Edição: Talita Cavalcante

Matéria selecionada pelo Dr. Yves Patrick Pescatori Galendi

DR. YVES PATRICK PESCATORI GALENDI, Advogado no Brasil, é formado em Direito pela Instituição Toledo de Ensino, Pós Graduado em Direito Civil e Processual Civil pela Universidade Anhanguera, Pós Graduado em Direito Previdenciário pela Universidade Anhanguera, Pós Graduado em Direito Penal e Processual Penal pela Escola Paulista de Direito – Faculdade Estácio, Pós Graduado em Direito do Trabalho e Processual do Trabalho pela Escola Paulista de Direito – Faculdade Estácio. Pós Graduado em Direito Imobiliário Aplicado pela Escola Paulista de Direito – Faculdade Estácio. Pós Graduado em Direito Corporativo e Compliance pela Escola Paulista de Direito – Faculdade Estácio. Pós Graduando em Direito Constitucional e Administrativo pela Escola Paulista de Direito – Faculdade Estácio. Pós Graduando em Direito e Processo Tributário pela Escola Paulista de Direito – Faculdade Estácio. Fluente em Inglês, Espanhol, Português e Libras. Autor de diversos sites e blogs jurídicos. Palestrante e Orientador Científico com diversos trabalhos e artigos acadêmicos. Idealizador do site LIBERDADE PARA TODOS – www.liberdadeparatodos – Prática concorrente ao Prêmio Innovare 2017, 2019 e 2020 – Na luta com a família carcerária pelo direito dos presidiários oprimidos, humilhados e esquecidos no Brasil. Saibam que vocês não está só, que nos preocupamos contigo e que estamos orando e na luta pelos seus direitos fundamentais. Conte sempre conosco.

Quer se informar mais? Leia os seguintes sites:

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/metro/como-adotar-uma-crianca-saiba-como-funciona-o-passo-a-passo-na-justica-1.210302

https://leiturinha.com.br/blog/adotar-uma-crianca/

http://www.adotar.tjsp.jus.br/

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Investimento em Imóveis com o Objetivo de Imigrar nos EUA

Investimento em Imóveis com o Objetivo de Imigrar nos EUA

statueoflibertyA opinião geral em relação aos investimentos dos nossos clientes e de que investidores estrangeiros façam suas transações comerciais por meio de uma entidade corporativa. Chegamos à conclusão de que a Limited Liability Company (LLC) é, de longe, a forma mais fácil, mais eficiente e vantajosa de entidade corporativa de usar para esses tipos de clientes. Ela limita seus passivos, reduz seus impostos e, quando chega a hora de vender imóveis, a LLC não está sujeita à retenção do FIRPTA.

Limited Liability Company (LLC)

Uma LLC é uma entidade corporativa tributável que tem várias opções disponíveis sobre como ela pode ser tributada. Se for um LLC com um único membro, ele pode ser tributado como uma empresa individual ou uma corporação. Se for uma LLC com mais de um membro, ela pode ser taxada como uma parceria ou como uma corporação. Se uma LLC tiver dois ou mais membros, ela poderá ser vista pelo IRS como uma sociedade e taxada como tal. Em um caso como este, ele será automaticamente visto como uma entidade dos EUA e, como é uma entidade dos EUA, a LLC pode assinar uma declaração que se chama ‘Non-Foreign Seller Affidavit’ [Vendedor Não Estrangeiro] no momento do fechamento da venda de imovel da empresa e do cliente. Assim, não estará sujeito à retenção do FIRPTA como seria o caso de outra forma.

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Se você estiver interessado em comprar um imovel nos EUA, entre em contato com yves@pescatorigalendi.com.br

OBTENHA INFORMAÇÃO SOBRE OS DIFERENTES VISTOS PARA OS EUA

A Advocacia Pescatori Galendi e a The Victoria Law Group, parceiros internacionais, são especializados em imigração empresarial e em outros vistos de imigração permanente. Existem vários tipos de vistos temporários ou permanentes. O propósito da sua vinda entre outros fatores determinarão qual tipo de visto é aplicável no seu caso. É importante que você tenha informação sobre o tipo de visto não-imigrante que precisará para viajar e os passos requeridos para pedir um visto na Embaixada ou Consulado dos Estados Unidos no exterior.

Planejamento Pre-Imigração é freqüentemente esquecido, mas é crucial para ajudar na aprovação do visto e as implicações que este trará para a sua vida.

Trabalhamos com os vistos: EB-5, EB1,H1B, L1 e E2.

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Venda o seu imóvel nos EUA através de nossa afiliada em Miami: Brickell Global Realty

Nós ajudamos pessoas a realizarem o “Sonho Americano”!

A Advocacia Pescatori Galendi, A Victoria Law Group e o Brickell Global Realty trabalham em conjunto para fornecer um pacote de soluções para as suas necessidades imobiliárias e questões imigratórias e empresariais em todo o estado da Florida. Nós somos a imagem da cidade de nossa sede: a dinâmica, cosmopolita ‘ paella’ cultural que é Miami. Nossa equipe de profissionais é fluente em todas as principais línguas de Miami (Inglês, Espanhol e Português) e conta com indivíduos talentosos do mundo inteiro. Nosso objetivo é ajudar os nossos clientes alcançar seu “Sonho Americano”.

Fonte: http://miamiadvogado.com
Parceria Advocacia Pescatori Galendi – Victória Law Group

http://pescatorigalendi.com.br/the-victoria-law-group-miami-advogado/

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Trabalhadora grávida que urinou na roupa por estar impedida de ir ao banheiro será indenizada

A 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) determinou o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil a uma trabalhadora de uma rede de supermercados que foi impedida de ir ao banheiro, urinou nas calças e foi obrigada a permanecer nesse estado até o final do expediente. Ela estava grávida e sofria de infecção urinária. A decisão confirma sentença do juiz Luís Fernando Bressan, da Vara do Trabalho de Torres.

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No entanto, os desembargadores aceitaram o pedido de aumento da indenização feito pela trabalhadora. Em primeira instância, o valor havia sido arbitrado em R$ 2 mil. Também foi reconhecida a estabilidade provisória no emprego, desde o momento da despedida até cinco meses após o parto, já que a trabalhadora foi dispensada quando já estava grávida. Cabe recurso da decisão ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A empregada atuou como caixa de supermercado e balconista na fiambreria de um estabelecimento em Capão da Canoa, litoral norte do Rio Grande do Sul, no período entre dezembro de 2013 a agosto de 2014. Ao ajuizar a ação, argumentou que foi despedida quando já estava grávida e não recebeu as verbas rescisórias devidas, além de narrar o episódio do impedimento de ir ao banheiro, por parte do seu supervisor hierárquico. Na ocasião, segundo alegou, foi obrigada a permanecer no posto de trabalho com as roupas sujas, em contato com clientes e demais empregados do supermercado. Isso teria lhe causado constrangimento diante dos colegas e do público em geral, motivo pelo qual pleiteou o pagamento da indenização por danos morais.

No julgamento de primeira instância, o juiz de Torres concordou com as alegações da trabalhadora, nesse aspecto. Diante da alegação do supermercado de que a trabalhadora havia pedido demissão, e por isso algumas verbas rescisórias não haviam sido pagas, o magistrado observou que não há, nos autos do processo, nem pedido de demissão e nem Termo de Rescisão de Contrato, o que permite inferir que a trabalhadora, na verdade, foi dispensada sem justa causa, e em pleno período gestacional. Assim, determinou o pagamento dos salários e das demais verbas decorrentes do período entre a despedida até cinco meses após o parto, além de aviso prévio de 33 dias.

Quanto à indenização por danos morais, o magistrado ressaltou que a lesão ficou comprovada pela atitude do superior hierárquico de impedir a trabalhadora de ir ao banheiro, conduta confirmada por testemunha e que foi considerada ainda mais grave por parte do julgador pelo fato de a empregada estar grávida. “A reclamante foi constrangida em seu ambiente laboral, por condutas inapropriadas da reclamada, perante colegas de trabalho e clientes, em total desrespeito ao princípio constitucional da dignidade humana”, ressaltou o magistrado.

Descontente com a sentença, a rede de supermercados recorreu ao TRT-RS, mas os desembargadores da 1ª Turma optaram por manter as determinações de primeira instância. Segundo a relatora do recurso na 1ª Turma, desembargadora Rosane Serafini Casa Nova, “o dano é considerado moral quando os efeitos da ação afetam o bem estar, a normalidade da vida, a reputação, a liberdade e o relacionamento social, provocando angústia, dor, sofrimento, tristeza ou humilhação na vítima, trazendo-lhe sensações e emoções negativas”. A relatora ressaltou que esses sentimentos devem ser intensos a ponto de facilmente serem distinguidos de meros aborrecimentos ou transtornos do dia a dia, a que todos estão sujeitos.

No caso do processo analisado, como apontou a desembargadora, uma testemunha afirmou que os demais colegas sabiam da infecção urinária da trabalhadora, e da conduta dos chefes de impedi-la de ir ao banheiro. A depoente também relatou que o procedimento adotado, em caso de necessidade de ir ao banheiro, era pedir permissão ao fiscal de caixa, sendo que em muitas ocasiões essa autorização não era concedida porque o superior hierárquico exigia que os clientes deveriam ser atendidos primeiro.

Diante desse contexto, a relatora optou por majorar o valor da indenização, entendimento seguido pela desembargadora Simone Maria Nunes e pelo desembargador Fabiano Holz Beserra, também integrantes da Turma Julgadora.

Matéria selecionada por Laryssa Abade.

Fonte: https://www.amodireito.com.br/2019/04/direito-gravida-urinou-roupa-banheiro-indenizada.html

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BENEFÍCIOS FISCAIS PARA CONSTITUIÇÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS NO PARAGUAI.

ADVOCACIA PESCATORI GALENDI

Projeto de Expansão – Paraguai – Assunção – 13/07/2018 á 17/07/2018

BENEFÍCIOS FISCAIS PARA CONSTITUIÇÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS NO PARAGUAI

Objetivo

No Paraguai os fatores de produção são amplamente vantajosas ao industrial, tais como Imposto único apenas na saída do bem exportado, custo de energia 70% menor, tributação no salário 65% menor e ausência de tributação sobre a renda da indústria, contando com ofertas de uma infraestrutura competitiva e completa à apenas 11 km do Brasil, e isto em um ambiente político estável e favorável ao mercado, com uma economia em crescimento de 3,5% ao ano.

 

No curso além de abordar com profundidade todos os pontos relativos à constituição da empresa no Paraguai, serão abordadas as melhores estratégias para alcançar o mercado brasileiro, considerando a tributação e modalidades de importação no Brasil, incentivos estaduais, regimes especiais de distribuição e fechando o dia com uma planilha comparativa Brasil x Paraguai abordando toda a estratégia da palestra.

 

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Público

O projeto de expansão é voltado para indústrias, distribuidores, prestadores de serviço e interessados no assunto que buscam melhorar a sua competitividade, e entender porque o Paraguai é considerado o 02º melhor país da América Latina para retorno de investimentos para as indústrias instaladas.

Também temos como foco principal escritórios de advocacia que possuem interesse na formalização de parceria em busca de oportunidades e expansão de negócios.

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DIFERENCIAL:

Nossa Especialidade em Negócios Internacionais

Visão e os benefícios gerados no Paraguai
– Procedimento para constituição de uma sociedade
– Sistema bancário adotado
– Vantagens oferecidas pelo Sistema Tributário
– Vantagens oferecidas pelo Sistema Trabalhista
– Logística de entrada e saída
– Zona Franca Industrial no Paraguai
– Comparativo entre: Maquila X Zona Franca do Paraguai
– Benefícios financeiros e tributários
– Made In Paraguai – Pré-requisitos e o certificado de origem 

O mercado Brasileiro
– Estratégias para variação cambial e o crédito internacional
– Formação dos impostos diretos na importação
– ICMS – Conceitos e marcos legais
– Incentivos estaduais, riscos e decisões jurídicas
– Modalidades de importação – Conta e Ordem/Encomenda
– Resolução 13 – ICMS de 4% para produtos importados
– Regime especial de distribuição no Brasil
– Como utilizar a Substituição Tributária como estratégias de vendas

Planilha de Custos – Comparativos entre o Paraguai e o Brasil

Regime especial em São Paulo

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ADVOGADO

DR. YVES PATRICK PESCATORI GALENDI, Advogado no Brasil, é formado em Direito pela Instituição Toledo de Ensino, Pós Graduado em Direito Civil e Processual Civil pela Universidade Anhanguera, Pós Graduado em Direito Previdenciário pela Universidade Anhanguera, Pós Graduando em Direito Penal e Processual Penal pela Escola Paulista de Direito – Faculdade Estácio e Pós Graduando em Direito do Trabalho e Processual do Trabalho pela Escola Paulista de Direito – Faculdade Estácio. Fluente em Inglês, Espanhol e Português. Autor de diversos sites e blogs jurídicos. Palestrante e Orientador Científico com diversos trabalhos e artigos acadêmicos..

Consulte-nos sobre agendamento de reuniões:
(14) 3354-0474
(14) 99742 7141 ou (14) 98209 0599

ou se preferir 

www.pescatorigalendi.com.br 

yves@pescatorigalendi.com.br

Realização Advocacia Pescatori Galendi
Escritório 1 – Rua Pinheiro Machado, 290 – Botucatu/SP
Escritório 2 – Rua Nove de Julho, 598 – Itatinga/SP
Uma firma internacional de negócios jurídicos e empresariais

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